Entrevistas

Michael Lepond, do Symphony X, dispara: “Os sites de streaming destruíram a indústria da música”

Michael Lepond falou com o site Headbangers News sobre a volta do Symphony X aos palcos e sobre os shows no Brasil

Danny Sanchez/Nuclear Blast

Michael Lepond falou com o site Headbangers News sobre a volta do Symphony X aos palcos e sobre os shows no Brasil

O BAIXISTA DO SYMPHONY X, MICHAEL LEPOND, CONCEDEU UMA ENTREVISTA AO SITE HEADBANGERS NEWS PARA FALAR DAS EXPECTATIVAS PARA O SHOW NO PRÓXIMO DIA 03 DE AGOSTO, NO TROPICAL BUTANTÃ EM SÃO PAULO. A BANDA ESTEVE EM HIATO POR ALGUNS ANOS E ESTA DE VOLTA AOS PALCOS APRESENTANDO SEUS MAIORES SUCESSOS.

A apresentação faz parte de nova tour pela América Latina, que traz o repertório da “Odissey Through The Underworld”.

 

 

 

Vocês ficaram em hiato até voltar com essa nova turnê. Você pode compartilhar algo sobre o Symphony X que ocorreu durante esse intervalo?

Michael: Sim, nós tivemos um hiato por alguns anos. Russell Allen estava envolvido em um trágico acidente, então ele precisava de tempo para curar e resolver as coisas. Além disso, alguns de nós lançamos álbuns solo. O tempo longe foi bom para nós em um nível emocional. Acho que sentimos falta de fazer o que fazemos. Quando nos reunimos para a nossa última turnê, sentimos frescor e ansiedade novamente.

Como foi a recepção da turnê até agora? Você se sentiu “enferrujado” quando tocou as músicas antigas de novo?

Michael: A recepção dos fãs na última turnê foi melhor do que poderíamos ter sonhado. Eles estavam tão felizes que estávamos de volta, e podíamos sentir isso em todos os shows. Uma vez que a banda começou a ensaiar, foi como andar de bicicleta. As músicas voltaram para nós e acho que tocamos melhor do que nunca na turnê.

A banda já tem 25 anos de história, com 9 álbuns de estúdio… Como você compararia o Symphony X do álbum de estreia e o Symphony X do álbum “Underworld”? Que diferenças e desenvolvimentos você poderia destacar?

Michael: Na minha opinião pessoal, acho que o som da banda mudou muito desde o nosso álbum de estréia. Eu acho que os primeiros cinco lançamentos se inclinaram mais para o lado neoclássico do metal. ‘The Odyssey” foi uma transição entre esse estilo e um mais pesado. Com o lançamento de “Paradise Lost”, senti que tínhamos crescido em um som mais pesado. ‘ ‘Iconoclast” continuou nesse caminho. ”Underworld” foi uma espécie de combinação de todos os estilos pelos quais somos conhecidos.

Danny Sanchez/Nuclear Blast


O último trabalho lançado em 2015, fortemente inspirado pelo poeta italiano Dante Alighieri, foi bem aceito pelos críticos. Existe algum plano para gravar um novo álbum? Muitos estão se perguntando se algo novo está sendo feito.

Michael: Quando nos reunimos para a nossa última turnê européia, fomos energizados e inspirados pela reação dos fãs. A banda está animada para tocar na América Latina e, depois disso, falaremos sobre planos futuros e um novo álbum.

O que você acha da evolução da música sendo ouvida via streaming? Isso ajuda ou causa danos às bandas hoje?

Michael: Eu não consigo ver como o streaming pode ajudar as bandas. Os sites de streaming destruíram a indústria da música e não pagam basicamente nada aos artistas. As vendas das bandas foram cortadas pela metade, forçando-as a sair em turnê muito mais do que gostariam para compensar a diferença. Na verdade, sites como o Spotify estão tornando legal para os fãs roubarem músicas, e logo suas bandas favoritas terão desaparecido.

A turnê contará com os maiores clássicos da banda ao vivo em versões inovadoras. Os fãs querem ouvir material antigo e novo, como vocês formulam o setlist e escolhem as músicas? 

Michael: É sempre uma tarefa delicada montar um set list. Temos muitos álbuns e muitos tipos diferentes de fãs que amam determinadas faixas. Obviamente, nunca podemos agradar a todos, mas fazemos o nosso melhor para tocar o que achamos que os fãs gostariam de ouvir e músicas que amamos também.

Muitos artistas se deslumbram com a paixão dos fãs brasileiros, que são um dos mais dedicados do mundo. Você está ansioso para tocar no Brasil novamente? Você pode deixar uma mensagem para os fãs?

Michael: Meu primeiro show com o Symphony X foi em São Paulo no ano de 2000. Desde aquele dia, os fãs brasileiros ocupam um lugar especial no meu coração. É sempre uma honra tocar para você! Obrigado!


SERVIÇO SÃO PAULO

Rádio & TV Corsário e Top Link Music orgulhosamente apresentam Symphony X
Data: sábado, 3 de agosto de 2019
Local: Tropical Butantã – www.tropicalbutanta.com.br
End: Av. Valdemar Ferreira, 93 (200m do Metro Butantã)
Horário: 18h (abertura da casa)
Infoline: 11 3031-0393
Classificação etária: 16 anos. Entre 14 e 15 anos somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos  ou responsável legal
Estacionamento: locais próximos sem convênio
Estrutura: acesso para deficientes, área para fumantes

# SETORES/VALORES
– PISTA PREMIUM MEIA/PROMOCIONAL*: R$ 180,00
– PISTA MEIA/PROMOCIONAL*: R$ 120,00
– CAMAROTE MEIA/PROMOCIONAL*: R$ 240,00
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

# PONTO DE VENDA OFICIAL – bilheteria da Tropical Butantã e Galeria do Rock (Consulado do Rock)
# COMPRA PELA INTERNET – https://ticketbrasil.com.br/show/7045-symphonyx-saopaulo-sp/ingressos
Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, e American Express
# PONTOS DE VENDA AUTORIZADOS – em São Paulo, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Santo André, Guarulhos, Osasco, Mauá, Barueri, Santos, Bragança Paulista, Campinas, São José dos Campos, Sorocaba, Paulínia, Serra Negra, São João da Boa Vista, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto (https://ticketbrasil.com.br/show/7045-symphonyx-saopaulo-sp/pontos-de-venda).