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Pestilence traz brutalidade técnica ao Rio de Janeiro

Banda holandesa pioneira do death metal progressivo toca dia 8 de abril no La Esquina, com Carnation (Bélgica)

Andrea Beckers​/Divulgação


Banda holandesa pioneira do death metal progressivo toca dia 8 de abril no La Esquina, com Carnation (Bélgica)

Mais do que uma banda cultuada no cenário mundial do death metal, a holandesa Pestilence é vanguardista devido à mistura de brutalidade com elementos progressivos de técnicas complexas, e por isso ostenta o título de lenda da música pesada e pioneiros do death metal progressivo. Em abril, a América do Sul presenciará a selvageria do Pestilence na turnê do recém lançado ‘Hadeon’, que apesar de diversos registros anteriores com chancela de ‘clássico’ e ‘petardo’ do estilo, é poderoso o bastante para figurar em listas de melhores de 2018.


No Rio de Janeiro, o ensandecido show é dia 8 de abril, no La Esquina, e ainda tem como bandas convidadas a belga Carnation e a nacional Dark Tower. A produção local é da Headbanger Produções, com suporte da Abraxas, que em parceria realizaram a concorrida e vitoriosa turnê dos alemães do Kadavar pelo Brasil de 27 de fevereiro a 4 de março.
A inédita passagem pelo Rio de Janeiro acontece num momento iluminado dos holandeses, sempre comandado pelo vocalista/guitarrista Patrick Mameli, o único remanescente da formação original que iniciou atividades no final da década de 1980. Desde o último retorno, em 2016, reforçaram os laços com a gravadora Hammerheart Records, tocam em diversos países e festivais e se consagram como uma banda capaz de reunir fãs antigos e atrair a nova geração interessada em death metal contemporâneo, sem perder a essência devastadora.
O lançamento de ‘Hadeon’ após 32 anos de carreira, mostra que os hiatos – 1986-1994, 2008-2014, 2016-hoje – foram cruciais para inspirar o Pestilence e reafirmar a reputação como umas das bandas mais influentes quando se trata de death metal técnico, vide as obras-primas lançadas no passado, como ‘Consuming Impulse’, de 1989, ‘Testimony of the Ancients’, de 1991, e ‘Resurrection Macabre’, de 2009, além de ‘Spheres’, de 1993, que traz uma inusitada, porém certeira, mistura de peso com jazz e fusion.
Fonte: Erick Tedesco/Abraxas