Ker é um cantor e compositor independente que tem grande potencial para tornar-se global muito em breve, e podemos garantir isso com o lançamento de mais um grande single, intitulado “There Are No Words”. Após alguns singles lançados, o artista entrega um hino de classic rock, uma canção cheia de influências, onde o artista sou dosar todas com seu toque especial, criando uma vibe majestosa para amantes do rock, pop e indie.
“There Are No Words” mostra que Ker está dividindo experiências e sentimentos com o ouvinte e de forma intimista o cantor coloca toda sua emoção na música. Uma técnica ousada mesclado com uma atitude destemida, Ker está em constante avanço, subindo impecavelmente na ordem musical com seus riffs de rock em camadas com seções de metais e arranjos inebriantes, seu som está amadurecendo em algo único, fazendo com que o conjunto da obra seja maravilhoso, desde o visual até a sonoridade exclusiva.
“There Are No Words” é o single ousado de Ker, como a artista citou: “Minha segunda música direciona o foco para o interior e define o tom e o estilo para o restante do álbum, ‘Converging Paths’. A canção pretende ser inspiradora, com um toque sentimental suave. As contribuições de Jamie Graham na bateria e na produção continuam a aprimorar sua produção, e o baixo e os teclados de Peter Fairbairn complementam e finalizam a sonoridade”.
Os riffs de guitarra em progressão de acordes são cintilantes e bem característicos do rock dos anos 70, cheios de efeitos analógicos destilando uma energia nostálgica, a bateria segue o ritmo suave, junto com o baixo que marca forte presença em um groove potente e linhas de violão que ora soam modernos, ora soam como bandas southern rock e country dos anos 70. Tudo se completa com os vocais fortes e hipnotizantes que convidam o ouvinte para essa viagem sonora atemporal, cheia de poder e domínio, que trazem elementos do country, indie e clássico também. O tom sensual e vibrante é o que mais chama atenção, proporcionando uma viagem.
Após conhecer Ker, com certeza iremos ter vontade de assistir ao show ao vivo, pois ele prova sua proposta na música, mesmo com um único single consegue chamar atenção e se tornar um artista a ser observado, mantendo o espírito criativo com sons inusitados e toda a potência para estar entre os grandes nomes. O artista segue repleto de ideias vibrantes e exclusivas, sendo uma banda potente, de ideias inovadoras e imersão sonora com um domínio tão forte e confiante sobre seu som, que consegue encantar desde o público mais exigente até quem busca bandas novas. Vamos manter Ker em nosso radar e aguardar os próximos lançamentos, que apostamos ser muito mais cativantes.
Nascido em Edimburgo, Ker mudou-se ainda jovem para Birmingham e, posteriormente, para Londres, onde construiu carreira na área de marketing, atuando para grandes empresas internacionais britânicas, americanas, alemãs e francesas, em segmentos que iam do café e uísque ao champanhe premium.
O interesse pela música, no entanto, ganhou força apenas em 2014, quando entrou em uma loja de instrumentos em Kalispell, Montana, em busca de aulas de guitarra. A partir desse momento, passou a se aproximar de músicos locais, que contribuíram para o aprimoramento de sua técnica e performance, além de apresentá-lo aos fundamentos da composição. O ambiente colaborativo o incentivou a transformar poemas autorais em letras e a desenvolver melodias próprias.
Ao aprofundar os estudos em teoria musical e aprender piano, ampliou sua capacidade de construir melodias e ritmos, direcionando sua escrita para canções de tom otimista e perspectiva aberta ao mundo, com a proposta de criar conexão com o público. O processo culminou na gravação do álbum de estreia, Converging Paths, que traz como primeiro single “Wōndering on Giants” — faixa que aborda a dinâmica entre terra, homem e tempestade, funcionando como porta de entrada para temas mais reflexivos.
Sua proposta artística dialoga com a tradição musical de meados dos anos 1960 até meados dos anos 1970, período em que as letras ocupavam papel central e as canções ofereciam uma espécie de refúgio emocional ao ouvinte.
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