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Kelsie Kimberlin lança obra “Lady Liberty” e convoca para luta contra autoritarismo

7 de abril de 2026


Kelsie Kimberlin é uma popular cantora americano-ucraniana cujas músicas e vídeos obtiveram dezenas de milhões de visualizações, reproduções, transmissões e reproduções de rádio. Suas últimas músicas sobre a Ucrânia se tornaram virais,  desafiando todos a usarem a voz para se levantarem contra o autoritarismo. Em nota à imprensa, a cantora explicou:
Os Estados Unidos estão sob ataque de forças autoritárias que querem minar sua democracia. ‘Lady Liberty’ aborda isso de frente em uma música e um vídeo poderosos e arrepiantes”.

Agora, Kelsie Kimberlin estreia com “Lady Liberty”, uma canção de protesto acompanhada de um videoclipe que reflete sobre os acontecimentos políticos e sociais atuais nos Estados Unidos. Em uma explosão de mais de 4 minutos, a artista nos convida para um passeio vibrante pelos becos sombrios do rock alternativo. Uma crueza sonora e uma energia desenfreada. As composições são diretas, com ênfase em acordes pesados e repetitivos que criam um som visceral e poderoso.

A artista em ascensão entrega outra boa pérola nostálgica. A canção está recheada de referências dos anos 90, dando uma atmosfera super nostálgica perfeita do rock alternativo, principalmente os maiores hits da época. Definitivamente, Kelsie Kimberlin se mostra cada vez mais surpreendente, com certeza tem a inspiração e a pegada destes ícones que estamos acostumados a ouvir, e isso é excelentemente bom! É uma banda para se manter atenção. Esse banda é para aqueles fãs nostálgicos e os que buscam algo novo. Há também toques de rock alternativo dos anos 2000, então não há chances de errar ao adicionar Kelsie Kimberlin na playlist – e mais que isso, para todos que lutam pela liberdade e contra opressão.

“Lady Liberty” traz a sonoridade do rock com uma roupagem mais atual, onde a proposta da banda é simples e muito acertiva. Kelsie Kimberlin abusa de boas referências, mas usa a receita clássica na medida certa, sabendo aproveitar o que já existe e colocando seus temperos. De uma maneira muito eficaz, a banda tempera a canção combinados seu vocais simples e naturais, com riffss característicos, bateria que segue o ritmo potente, e peso que provocam fascínio de maneira natural.

Temos uma obra inspiradora e também muito nostálgica, que carrega referências de ícones de músicas pesadas mas melódicas, e assim como os grandes artistas, Kelsie Kimberlin está no caminho certo para ser um nome em ascensão no cenário musical. Unindo música bem composta cm letras atemporais de protesto, proporcionando uma base sólida que abraça o ouvinte no primeiro segundo, o que coloca Kelsie com uma reputação como uma das artistas revelações dos Estados Unidos nos últimos anos.

Kelsie Kimberlin é uma cantora e compositora de 26 anos que está envolvida com a música desde sempre, começando com corais infantis e de igreja, e gravando sua primeira música aos oito anos para o Projeto Paz de Yoko Ono, que ganhou o primeiro prêmio e um valor de US$ 5.000. Ela gastou todo esse dinheiro em aulas de música e começou a gravar suas próprias músicas em estúdio aos 12 anos. Nos últimos anos, ela gravou mais de 100 músicas originais. Desde junho de 2020, ela lançou uma dúzia de músicas no YouTube e em plataformas de música do mundo todo, trabalhando com produtores renomados em três continentes, incluindo vários vencedores e indicados ao Grammy, como Liam Nolan (Adele), Simon Gibson (Beatles, Paul McCartney), Michael Brauer (Coldplay, John Mayer), Greg Calbi (Taylor Swift, Lady Gaga), Joe Laporta (Shawn Mendes, Lizzo), Brent Kolatalo (Kendrick Lamar, Eminem) e Stuart Hawkes (Amy Winehouse). Kelsie passou milhares de horas em estúdio nos últimos dez anos e atualmente dedica pelo menos dois dias por semana à gravação de material original.

Suas músicas já foram tocadas em rádios do mundo todo e acumularam milhões de reproduções, streams e visualizações em seus vídeos. Ela é ucraniana-americana e se manifesta abertamente em apoio à Ucrânia. Em agosto de 2023, viajou para a Ucrânia, onde realizou trabalho humanitário e gravou três videoclipes sobre os efeitos da guerra na população ucraniana. As filmagens ocorreram sob lei marcial, com sirenes de ataque aéreo soando e drones e mísseis sendo abatidos sobrevoando a área. Ela é a primeira artista a receber permissão para filmar nos locais das piores atrocidades em Bucha e Irpin. Cada um dos vídeos teve mais de um milhão de visualizações no YouTube.

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