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Alberto Rigoni lança Dystopia, álbum que coloca o baixo no centro de uma obra marcada por atmosfera, melodia e identidade

Alberto Rigoni lança Dystopia, álbum que coloca o baixo no centro de uma obra marcada por atmosfera, melodia e identidade

25 de março de 2026


O baixista e produtor italiano Alberto Rigoni lança Dystopia, novo álbum em que aprofunda sua proposta de unir composição autoral, baixo em primeiro plano e construção sonora cinematográfica. O trabalho reúne participações de Michael Manring e Stuart Hamm, dois nomes históricos do instrumento, além dos bateristas Tim “Herb” Alexander, conhecido pelo trabalho com o Primus, e David Menoudakis, em um projeto instrumental que transita entre o progressive, a fusion e o rock contemporâneo.

Ouça o álbum:

Segundo Rigoni, Dystopia nasceu da vontade de criar um álbum que expressasse de forma ampla sua visão como compositor e baixista, mas que também abrisse espaço para diferentes personalidades musicais. A proposta era desenvolver um trabalho poderoso, moderno e atmosférico, sem abrir mão de melodia e emoção. O conceito foi se formando de maneira natural a partir de sua ligação com a música progressiva, com paisagens sonoras cinematográficas e com composições guiadas pelo baixo. Mais do que um disco técnico, a intenção era construir uma obra com identidade, contrastes e profundidade.

Os convidados foram chamados durante o processo de composição e produção, quando a direção artística do álbum já estava definida. Rigoni explica que cada músico foi escolhido não apenas pelo alto nível técnico, mas também pela personalidade e pela voz musical próprias. A ideia, segundo ele, nunca foi apenas reunir nomes reconhecidos, e sim criar uma química real entre artistas capazes de acrescentar algo particular a cada faixa. Para o baixista, foi justamente essa soma de visões que ajudou a dar a Dystopia mais caráter, energia e impacto emocional.

Colocar o baixo em posição de destaque também foi um dos principais desafios do disco. Rigoni observa que, na maior parte dos álbuns de rock e metal, o instrumento costuma cumprir uma função de sustentação. Quando passa a ocupar uma das vozes principais da produção, é necessário encontrar um equilíbrio preciso entre peso, clareza e espaço dentro da mixagem. Isso exige atenção minuciosa aos arranjos, à escolha de timbres e à própria construção sonora das músicas, para que o baixo permaneça forte e presente sem comprometer a interação com guitarras, bateria e teclados. Para ele, esse processo é parte essencial da proposta do álbum: fazer o baixo soar de forma clara, melódica e agressiva quando necessário, sempre a serviço da música como um todo.

Sobre a recepção ao trabalho, Alberto Rigoni afirma: “Estou realmente impressionado com a resposta incrível que Dystopia recebeu até agora. Ver a crítica destacar não apenas a musicalidade, mas também a emoção, a atmosfera e a visão artística por trás deste álbum significa muito para mim. Dystopia foi criado para ser mais do que um disco de baixo — foi pensado como uma jornada por intensidade, melodia e imaginação. Aos nossos amigos da América do Sul, obrigado pela paixão, pela energia e pelo profundo amor pela música progressiva e intensa. Espero que este álbum fale com vocês de forma forte e pessoal.”

Links:
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Bandcamp Europe: http://albertorigoni.bandcamp.com
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