A energia fervilhante do rock britânico ganha novos contornos com “Leviathan”, o mais recente single do artista Andy Smythe . Em uma explosão de quase 4 minutos, a banda nos convida para um passeio vibrante pelos becos good vibes do classic rock e rock alternativo. Uma crueza sonora e uma energia desenfreada. As composições são diretas, com ênfase em acordes pesados e repetitivos que criam um som visceral e poderoso. A canção marca o início de uma nova jornada para o novo e amadurecida Andy Smythe.
A música fala sobre esperança no alvorecer de 2026 e um lamento pelo estado atual do mundo. Segundo Andy: “Uma esperança de que um dia os líderes mundiais sejam substituídos por um ‘Leviatã’ central mais benevolente, que distribua recursos de forma mais justa, reduza a guerra, a pobreza e a fome e unifique a humanidade. Musicalmente, é como se Bob Dylan de 1966, ‘Alone on Blonde’, encontrasse The Specials de 1980”.
Após a promoção de alguns singles, rendendo muitos streams, e turnês chamando atenção da imprensa e do público, agora o artista em ascensão entrega outra boa pérola nostálgica. A canção está recheada de referências dos anos 70 e 80, dando uma atmosfera super nostálgica perfeita do rock alternativo, principalmente os maiores hits da época. Definitivamente, Andy Smythe se mostra cada vez mais surpreendente, com certeza tem a inspiração e a pegada destes ícones que estamos acostumados a ouvir, e isso é excelentemente bom! É uma banda para se manter atenção.
Continuamos falando de referências de alto nível do rock, e comparar ao Andy Smythe é saber que virá um sinônimo de nostalgia e de deleite musical. Esse banda é para aqueles fãs nostálgicos e os que buscam algo novo. Há também toques de folk rock e até SKA então não há chances de errar ao adicionar Andy Smythe na playlist.
“Leviathan” traz a sonoridade do rock e folk com uma roupagem mais atual, onde a proposta da banda é simples e muito acertiva. Andy Smythe abusa de boas referências, mas usa a receita clássica na medida certa, sabendo aproveitar o que já existe e colocando seus temperos. De uma maneira muito eficaz, a banda tempera a canção combinados seu vocais simples e naturais, com riffs suaves e característicos, bateria que segue o ritmo potente, e melodia que provocam fascínio de maneira natural. Temos uma obra inspiradora e também muito nostálgica, que carrega referências de ícones de músicas que transmitem boas energias, e assim como os grandes artistas, Andy Smythe está no caminho certo para ser um nome em ascensão no cenário musical.
A guitarra e a gaita são um dos elementos centrais, produzindo riffs melódicos e intensos, proporcionando uma base sólida que abraça o ouvinte no primeiro segundo, o que coloca o artista com uma reputação como uma das revelações do Reino Unido”.
Andy Smythe é um cantor/compositor britânico que atua na cena folk de Londres desde os anos 90. Londres, no entanto, não é a cidade natal de Smythe; ele é originalmente de Shropshire, Inglaterra. Mas Londres é onde Smythe desenvolveu um pequeno mas entusiasmado séquito. Conhecido por suas letras reflexivas e contemplativas, Smythe tem uma variedade de influências – algumas britânicas, outras americanas, outras nem britânicas nem americanas.
Desde que surgiu nos anos 90, Smythe se apresentou em uma variedade de configurações. Como muitos de seus colegas cantores / compositores e folk-rockers, o nativo de Shropshire teve sua cota de shows solo desacompanhados (que o levaram a tocar violão ou teclado elétrico). Outras vezes, ele se apresentou com bandas completas ou em duetos com o violinista radicado em Londres David Camrass. A carreira de gravação de Smythe começou no final dos anos 90; seu EP de estreia autointitulado foi lançado em 1999 e foi seguido por seu primeiro álbum completo, Changing Seasons, em 2000
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