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Headbangers News Indica: confira os lançamentos da semana de bandas independentes

Headbangers News apresenta os melhores lançamentos de Rock e Metal das bandas independentes com um mix de músicas essenciais que você precisa conhecer. Talvez você até descubra uma nova banda preferida para adicionar na playlist. Confira todas as indicações em nossa playlist no Youtube.

01- Weak Tyrant – “Slide”

Lançado na última sexta-feira, 27, “Slide” é o trabalho de estreia da banda suíça Weak Tyrant, que  fala sobre a busca de sentido, nossas origens e nossos destinos. O single faz parte do EP ‘To Be Pure’, a ser lançado em 22 de outubro de 2021. “Slide” foi produzida pelo guitarrista Remo Häberli e Weak Tyrant. Também foi gravado, mixado e masterizado por Remo Häberli no Hidden Stash Tonstudio.

Formada por cinco integrantes, Flo (voz e guitarra), Ädu (guitarra), Chanti (bateria e voz), Gionsi (baixo) e Remo (guitarra), a banda chegou adicionando um novo som à cena do indie rock. O single é estilisticamente localizado em algum lugar entre o emo-pop-punk e o indie rock e pós-hardcore. Uma mistura que tornou o som do Weak Tyrant único e com a cara da banda.

Com uma letra sentimental, “Slide” traz uma boa sonoridade, com a energia do punk rock e letras do emo/hardcore. Estamos ansiosos para conferir as próximas composições desta banda que pode ser tornar uma grande referência da atualidade.

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02 – Super Morza – “Roadkill”

Os britânicos do Super Morza estão de volta com o novo single “Roadkill”, lançado na última sexta-feira (27).

Combinando enormes blocos de grunge explosivo com uma abordagem mais experimental do punk rock escaldante, a banda segue a onda no new grunge, que está crescendo cada vez mais. “Roadkill” traz riffs sujos bem característico das bandas dos anos 90, como Hole. Vocais cheios de energias que lembram muito o ícone Kurt Cobain. Tudo isso com o toque moderno e o espírito jovem da banda.

“A faixa busca a fonte da paixão ardente que é o ódio. O ódio é uma força forte que todos nós sentimos no fundo, ou o deixamos livre na superfície. Portanto, esta faixa é para alguém ou algo que você odeia, e traz à tona uma sensação incontrolável ou desconfortável que só pode ser subjugada gritando as palavras dessa música”, explica a banda.

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03 – Degenerate Era – “Manic”

A banda norte-americana Degenerate Era, lançou no último dia 6 de agosto, o seu mais novo single. A música se chama “Manic”, que já se encontra disponível em todas as plataformas musicais de streaming, sucede o último lançamento “Carentan”.

Composta durante a pandemia, “Manic” traz uma nova vida à banda, apresentando um metal progressivo cheio de riffs de guitarra pesados ​​e satisfatórios antes de dar lugar a um som mais ambiente. A bateria pesada, embora não seja forte e em seu rosto, ainda é potente o suficiente para levar a música para frente enquanto os outros instrumentos entram e saem da faixa rapidamente. A dinâmica funciona bem e com certeza agradará os ouvintes do estilo. A inspiração vem de bandas TOOL, Sleep Token, TesseracT e Deftones.

Formados em Nashville, Tennessee, a banda é formada pelo trio Justin Whitmer,  Sean McCreight e Luke Fiadino que realiza a master e mixagem das canções, além de cuidar da produção. O alto padrão de produção em “Manic” é notável. Ouça agora!

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04- Rogue Soul – “Floodplains”

O artista americano Rogue Soul compartilhou seu novo single, “Floodplains”, que chega com um incrível videoclipe.

“Floodplains” passeia entre algumas vertentes musicais, trazendo os riffs animados e energia do indie rock, a delicadeza e vocais da música pop, e a batida envolvente do rock alternativo. A combinação de voz e violão caiu muito bem nesta música, acompanhados de back vocals sutis. Ao meio da música somos surpreendidos com riffs e bateria mais agressivos – mostrando a versatilidade do artista -, que se rende ao rock’n’roll mais pesado.

Rogue Soul consegue exalar bons sentimentos nessa composição, “Essa música veio até mim do nada no auge do inverno, durante uma parte muito baixa e cansativa da minha vida. O refrão ecoante me guiou de volta às minhas raízes, para pegar um violão e não me preocupar com as complexidades e, em vez disso, apenas deixar minhas emoções serem liberadas através de poderosos acordes violentos. Esta é uma promessa para mim, ser sempre o suficiente para mim. isto é ‘várzea’”, explica o artista.

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05- Of Shadows And Lights – “The End Of A Nightmare”

O projeto Of Shadows And Lights, fundado pelo italiano Angelo Pitone (cantor, compositor e produtor), divulga seu mais recente e arrebatador single, “The End Of A Nightmare”.

A música mistura rock’n’roll com elementos eletrônicos, chamando atenção pelos vocais poderosos e pelo incrível solo de guitarra que brinca com belos riffs, tornando a produção audaciosa. “The End Of A Nightmare” investiga tópicos como o significado do inferno, quais são os sonhos das pessoas e outras dificuldades morais. A letra e o som trabalham juntos para preparar o ouvinte para a auto-exploração que Of Shadows and Lights está encorajando com a música.

O projeto Of Shadows And Lights começou originalmente como uma banda em 2018 a partir de uma ideia de Angelo Pitone em que música, letras e imagens são a poesia que conta a história do bem e do mal, de quem realmente somos e o que realmente temos dentro como ser humano . É sobre os tons ocultos de nossas almas: de sombras e luzes

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06- Caramel – “Dreams Of 60s Counterculture”

A banda inglesa Caramel estreia a carreira com o single “Dreams Of 60s Counterculture”, exalando nostalgia. O quarteto tem se apresentado em sua cidade natal, Brighton, por cerca de dois anos e agora lança seu trabalho para o mundo.

“Dreams Of 60s Counterculture” possui guitarra estridente e um som alucinógeno, a roupa baseada em Brighton faz o seu melhor para nos levar de volta aos dias de glória do rock’n’roll. Com inspirações variando de Jeff Buckley a Queens of the Stone Age e Beatles, a música mantém uma vivacidade profissional, especialmente ouvida nas harmonias produzidas pelos dois cantores principais Jamie Broughton e Olly Parkes. A faixa lembra muito a cena psicodélica dos anos 60.

Caramel funde elementos do passado com sons futuristas que se misturam para criar um som que é verdadeiramente pós-moderno, desafiando estereótipos de gênero, estética convencional e cortes de cabelo chatos. Com um som fluorescente e vibrante e uma abordagem multidimensional para fazer música, o Caramel busca explorar e examinar as inúmeras possibilidades que a música moderna tem a oferecer.

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