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Jay Jay French, do Twisted Sister, abre as portas em Nova York e revela raridade do The Beatles em vídeo com Paulo Baron

Jay Jay French, do Twisted Sister, abre as portas em Nova York e revela raridade do The Beatles em vídeo com Paulo Baron

2 de fevereiro de 2026


O guitarrista e manager do Twisted Sister, Jay Jay French, também conhecido por sua atuação nos bastidores da indústria e por sua relação próxima com o universo do colecionismo, é um grande fã de The Beatles e mantém uma extensa coleção ligada ao grupo.

No último fim de semana, no dia 31 de janeiro, o empresário Paulo Baron, fundador da Top Link Music e um dos principais nomes do show business de rock e heavy metal na América Latina, esteve hospedado na casa de Jay Jay, em Nova York. Durante a visita, eles gravaram um vídeo no qual o músico apresenta uma raridade relacionada ao catálogo dos Beatles e explica por que aquele exemplar específico chama tanta atenção entre colecionadores.

No registro, Jay Jay mostra uma cópia britânica original de 1967 do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e comenta detalhes de embalagem e prensagem que alimentaram histórias clássicas do folclore em torno do disco, incluindo o trecho final associado à última faixa, A Day in the Life, e teorias que circularam durante décadas, como a narrativa de “Paul is dead” envolvendo Paul McCartney.

A seguir, a fala do músico, na íntegra, conforme aparece no vídeo:

“Eu tenho muitos discos diferentes dos Beatles, muitas cópias diferentes de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, mas esta aqui é uma cópia britânica original de 1967 do Sgt. Pepper.

Por que isso é especial? Antes de tudo, porque o disco vem com o envelope interno original, que é vermelho. E, se você acredita naquela história de que Paul McCartney está morto, dizem que esse vermelho seria o “sangue” do Paul McCartney. Se você acredita nessa besteira toda.

O que é único no Sgt. Pepper original é que ele foi feito com um sleeve separado, algo próprio da edição. Você comprava o álbum e não dava para simplesmente “pinçar” as músicas, como se fosse outra lógica de consumo. Naquela época, não existia esse hábito de ficar escolhendo faixa por faixa.

Todo disco tem os sulcos por onde a agulha passa e, como eu disse, se você toca a última faixa, A Day in the Life, e a agulha entra nos sulcos do final, você ouve um negócio estranho. Ela cai no sulco do fim e fica ali repetindo.

É um monte de coisa sem sentido. Um negócio esquisito. Você não sabia o que era aquele sulco.

Agora, se você toca isso ao contrário, ele diz assim: “well, fuck you, I screw you”. Isso virou uma grande história no folclore dos Beatles. Você encontra isso comentado em entrevistas. Ele diz que é do mesmo jeito no álbum e que esse é o fim da história.

Aí ele pergunta: o que é esse negócio? E ele responde: eu não sei que p*rra é essa. Quer dizer, não, não, não… isso não pode estar aí de propósito.

Aí alguém pegou a cápsula e reproduziu de outro jeito e ele disse: caramba, isso é tipo “vocês devem estar me sacaneando”. Porque eu não faço ideia de quem fez isso. Eu não fiz. Incrível.

Essa era a pose oficial que eles fizeram, a pose especial daquela época. Mas, ainda assim, a última história que me contaram foi essa.

Isso é um item oficial da empresa. Você pode ficar com isso porque ela me contratou, isso era da empresa, então você pode levar como prova. Eu só coloquei isso como oficial, da Capitol Records. Isso ficou guardado no escritório por 30 anos na Capitol Records.”

Mais informações no instagram da Top Link Music @toplinkmusic