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Kiko Loureiro levanta suspeita de “plágio” do Arch Enemy com sua composição “Talking Dreams”

Kiko Loureiro levanta suspeita de “plágio” do Arch Enemy com sua composição “Talking Dreams”

30 de março de 2026


Kiko Loureiro fez uma postagem no Instagram na última sexta-feira, 27, sugerindo uma possível semelhança entre uma de suas composições e a nova música do Arch Enemy.

No post, o guitarrista mostra trechos de sua composição “Talking Dreams”, do álbum Theory Of Mind (2024), com partes da música “To The Last Breath”, da banda Arch Enemy, lançada em 19 de fevereiro. Na legenda, Kiko escreveu: “Só estou ajudando a divulgar a nova música do @archenemyofficial… de nada”, e rapidamente levou a discussão, ainda que em tom leve, sobre um possível “plágio”.

Nos comentários, a ex-vocalista e atua empresária Angela Gossow respondeu de forma descontraída, sinalizando que não havia conflito real.

“Nunca tinha ouvido a música do Kiko antes, para ser sincera. Então, três notas são iguais? Bem, acho que isso acontece com bastante frequência na música. Já ouvi muitas notas do Arch Enemy em outras músicas, mas jamais acusaria a outra banda de plágio… pelo contrário, provavelmente me sentiria honrada em inspirar outros. É triste ler um post como esse de um guitarrista que todos nós respeitávamos. Qual a utilidade disso? Se você realmente acha que tem um caso, entre em contato e discuta profissionalmente, não faça um post desses. Respeitosamente, a equipe de gestão, que está acostumada a lidar com esse tipo de alegação e prefere tratar as coisas com cuidado”

Já o guitarrista Michael Amott também entrou na conversa e tratou a situação como uma brincadeira entre músicos: “Obrigado, irmão! Parece que devo prestar mais atenção ao seu trabalho solo! Nos vemos no @bangersopenair!”

Os artistas se apresentam no festival Bangers Open Air, que acontece em São Paulo. Arch Enemy é o healiner no sábado, dia 25 de abril, já Kiko Loureiro se apresenta com o Angra, como headliner de domingo, 26 de abril. Os ingressos estão á venda no site do Clube do Ingresso.

Entre os fãs, a repercussão foi dividida. Enquanto alguns afirmaram que a semelhança é evidente, outros defenderam que riffs parecidos são comuns dentro do metal, resultado de estruturas e escalas frequentemente utilizadas no gênero. Sem qualquer acusação formal, o caso segue como um debate típico das redes sociais.