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Transit in the Ryes reflete sobre o luto em “The World’s Not Talking”

Depois de abordar a falta de comunicação no single “Take Your Time”, a banda gaúcha Transit in the Ryes mostra outros tons e sons da sua musicalidade em uma canção que reflete diferentes aspectos do luto. Embora a temática seja melancólica, a sonoridade de “The World’s Not Talking” é solar, mesclando referências modernas e nostálgicas. O single antecipa o novo EP do grupo, a ser lançado em breve.

Ouça “The World’s Not Talking”: http://hyperurl.co/theworldsnotalking 

Com um som mais agitado e em tom maior, a música tira inspiração de lugares um pouco diferentes do último single. Enquanto a faixa anterior parecia ser o som de uma sombria reflexão sobre o fim de um relacionamento, “The World’s Not Talking” toca no luto de forma quase celebrativa. A música passa por um filtro de inspirações que une clássicos da música estrangeira como os álbuns “Illinois”, de Sufjan Stevens, e “Tusk”, de Fleetwood Mac, com sons mais tipicamente associados ao rock brasileiro, como Rita Lee, usando trompetes nos refrões e guitarras com um sabor típico dos anos 60.

“‘The World’s Not Talking’ é sobre um sentimento quase egocêntrico quando alguém passa por um processo de luto, qualquer que seja a origem desse luto. Como pode o resto do mundo continuar vivendo, como podem todos ao meu lado continuarem suas rotinas enquanto meu mundo acaba de desmoronar? A experiência de passar por uma dor imensa e

observar outros ilesos pode ser alienante, e solitária também. Às vezes a vontade é de que o mundo todo pare, mesmo que por um instante, para falarmos sobre o que estamos passando, e que o mundo ouça e fale também. Mais agora do que nunca, sendo o luto tão presente no mundo, acho que tá tudo bem admitir esse sentimento”, resume o compositor, produtor, vocalista e guitarrista Henrik Karlholm, também responsável pela mixagem e masterização da faixa. Além dele, a banda é formada por  André Silveira (baixo), Santi Madeira (guitarra) e Thomas Gomes (bateria).

Entre o moderno e o retrô, o indie, o grunge e a new wave, surge a sonoridade de Transit in the Ryes, quarteto porto-alegrense que prepara um novo EP para inaugurar sua próxima fase onde o atual e o nostálgico se fundem para dar vazão a composições sobre questões humanas.

Transit in the Ryes já reflete um amadurecimento estético para um projeto recente, iniciado em 2018 a partir do desejo comum de gravar as próprias canções. Desde então, o grupo passou por várias reformulações que fizeram parte do processo de seu estabelecimento artístico. Mais recentemente, marcando essa nova fase, em 2021 foram lançados dois singles: “Bored Out Of My Mind” faz uma reflexão sobre os tempos pandêmicos e “2017” um mergulho nostálgico na adolescência, remetendo às épocas mais simples do período escolar.

Agora, “Take Your Time” e “The World’s Not Talking” surgem como marcos de um novo ciclo de lançamentos que se estenderá durante 2022 e culminará em um EP. Enquanto isso, é possível conferir este e os demais singles nas plataformas digitais.

Isadora Klein/Divulgação

Ficha técnica

Composição: Henrik Karlholm

Produção: Henrik Karlholm

Mixagem/Masterização: Henrik Karlholm

 

Banda:

André Silveira – Baixo

Henrik Karlholm – Guitarra, vocal

Santi Madeira – Guitarra

Thomas Gomes – Bateria

Arte da capa por Isadora Klein

Letra

It’s no use darling, we’ve had so many chances

To change the tide along the way

But the water took us breathless

Funny how the band still strides and dances

To a march that neither soothes or leaves me restless

And if something were to happen

To the stage I’m performing on

You can leave the strobe light flickering

‘Till you see me moving on

And the crowd’s cheering higher and higher

Makes no sense to me

How could it be we weren’t meant to me

(I can never let it down)

My world’s changing

(But how come, how come)

The world’s not talking

It’s so hard to imagine we’re not the same

I thought our mind and body were one

And now you’re calling me insane

Still the music’s blaring out the concert hall’s speakers

I wanna lay on the floor

But the crowd’s calling for an encore

And now my ever-eager pulsating heart

Stops as the lights turn back on

As if for one moment I could bide the time

To face the truth head on

And it scares me to think I could die on a major key

Yet the words wouldn’t agree

Still the crowd’s screaming higher and higher

Makes no sense to me

How could it be we weren’t meant to be

(I can never let it down)

My world’s changing

(But how, how come)

The world’s not talking

Nothing matters, nobody matters, the world doesn’t care

I’m living my own life

But I wish somebody cared enough to stare

My world’s changing

(But the world’s the same)

The world’s not talking

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