Ricardo Batalha, referência do cenário metal nacional por conta da sua longa dedicação e participação na cena, postou uma atualização sobre o projeto de lei que tramita na Câmara Municipal de São Paulo que propõe transformar a Woodstock Rock Store em Patrimônio Cultural Imaterial da cidade.
“O Projeto de Lei 680/2025, de autoria do vereador George Hato, destaca a relevância cultural, artística e simbólica da Woodstock Rock Store para a formação da identidade urbana paulistana e para o fortalecimento da cena rock na cidade ao longo das últimas décadas.
No texto do projeto, a loja é descrita como um espaço de referência da cultura do rock e da resistência cultural, além de ponto de encontro de gerações de músicos, artistas, colecionadores e fãs da música alternativa e independente. A proposta também ressalta o papel da Woodstock na preservação da memória musical da cidade, especialmente em uma região historicamente ligada ao comércio cultural e à circulação de artistas e apreciadores do rock’n’roll.
Documentos publicados pela Câmara Municipal mostram que o parecer referente ao projeto foi aprovado em abril de 2026, permitindo o avanço da tramitação legislativa”.
A próxima etapa seria entrar na pauta da “Ordem do Dia” para ser discutido e votado pelos vereadores, em um ou dois turnos. Se aprovado, o projeto segue para sua redação final, podendo tornar-se uma “proposição de lei” para então ser enviado ao prefeito para sanção (se transformar em lei) ou veto (total ou parcial). Ao que tudo indica, o desfecho será positivo!
A Woodstock Rock Store foi fundada em 1978 em uma galeria na Rua José Bonifácio. Em 1985, mudou para a Rua Dr. Falcão Filho, onde permanece desde então, sempre comandada pelo emblemático Walcir Chalas. Em 2014 foi lançado o documentário “Woodstock – Mais Que Uma Loja…”, dirigido por Wladimyr Cruz e editado por Rita Pereira.