SIR-VERE - Headbangers News https://www.headbangersnews.com.br/palavras-chave/sir-vere/ Site brasileiro sobre heavy metal editado totalmente em português. Tue, 29 Jul 2025 11:49:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.2.9 https://www.headbangersnews.com.br/wp-content/uploads/2023/04/cropped-Logo-HBN-32x32.png SIR-VERE - Headbangers News https://www.headbangersnews.com.br/palavras-chave/sir-vere/ 32 32 Rebound https://www.headbangersnews.com.br/resenhas/rebound/ Sat, 26 Jul 2025 11:40:17 +0000 https://www.headbangersnews.com.br/?post_type=resenhas&p=86980 Se a eletricidade pudesse ser engarrafada, vendida e consumida em doses cavalares, certamente viria no formato do single “Rebound”. Um faixa que alterna entre explosões de energia e grooves carregados de atitude, o EP é um passeio guiado pelo talento inegável de uma banda que soube canalizar a essência do synth rock, darkwave e altrock […]

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Se a eletricidade pudesse ser engarrafada, vendida e consumida em doses cavalares, certamente viria no formato do single “Rebound”. Um faixa que alterna entre explosões de energia e grooves carregados de atitude, o EP é um passeio guiado pelo talento inegável de uma banda que soube canalizar a essência do synth rock, darkwave e altrock com precisão cirúrgica.

A primeira faixa, “Rebound” chega com bateria pulsante, guitarras ferozes e vocais duelistas, mesclando voclis femininos que dão um toque mais angelical e sensual, com o vocalista Craig White, que traz sua assinatura com vocais fortes. “‘Rebound’ é sobre a transição de um relacionamento para outro”, diz o vocalista e letrista Craig White, “mas ainda sentindo amor”.

A dinâmica entre os dois vocais funciona como um motor de alta rotação, levando a música a um clímax caótico que quase extrapola o limite. É uma introdução que deixa claro: segure-se, porque SIR-VERE não vai aliviar. Essa faixa é dançante, caótica, sensual e traz a nostalgia de hits do Depeche Mode. Uma canção perfeita para pistas de dança.

Logo depois, “Iggy”, uma faixa repleta de groove e sensualidade, mostra o equilíbrio entre peso, o swing e o groove que é a assinatura da banda. Guitarras com riffs insinuantes e uma cozinha rítmica impecável com sintetizadores, bateria e baixo. Os vocais com efeitos deixam tudo mais interessante. Há muita influência de Nine Inch Nails, Massive Attack e até Pet Shop Boys – por isso eu amei, é uma mistura ousada e única.

SIR-VERE mantém o fôlego com seu instrumental frenético e moderno, nos puxando para um rock alternativo com  elementos de synthpop, trip hop e dark wave. A guitarra brilha com texturas e solos que reforçam a versatilidade do EP, em conjunto com sintetizadores, é aqui em que vimos o quanto o artista está bem entrosado no quesito composição.

SIR-VERE não economiza no alto octanagem. Se há algo a aprender com este lançamento, é que o SIR-VERE veio para redefinir o que significa alta voltagem no rock moderno. Prepare-se para deixar essa experiência te eletrizar.

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Lovescope https://www.headbangersnews.com.br/resenhas/lovescope/ Mon, 12 Feb 2024 13:02:36 +0000 https://www.headbangersnews.com.br/?post_type=resenhas&p=58631 ‘Lovescope’ representa a marca única da alma da banda. Há simplicidade e perfeição juntas que tornam o som mais progressivo e grandioso. O som bruto da banda combina elementos de rock alternativo, pós-punk, eletrônica e EBM de várias épocas, com um toque de dance, em um caldeirão rodopiante de guitarras densas e sintetizadores sônicos impulsionada […]

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‘Lovescope’ representa a marca única da alma da banda. Há simplicidade e perfeição juntas que tornam o som mais progressivo e grandioso. O som bruto da banda combina elementos de rock alternativo, pós-punk, eletrônica e EBM de várias épocas, com um toque de dance, em um caldeirão rodopiante de guitarras densas e sintetizadores sônicos impulsionada pelo groove. Com esse disco provam que seguem com a ideologia artística, ousada e cativante, junto com o som penetrante e peculiar, que traz uma atmosfera sonora nostálgica ao mesmo tempo que exala um frescor sincero graças a energia jovial e mente visionária dos integrantes.

Logo na primeira faixa, “Angel of Death”, percebemos aonde a banda quer chegar – ou achamos isso. A faixa tem uma pegada mais suave e até tons de SKA, mas engana quem acha que o disco todo será assim, onde provam que são uma banda em constante avanço com uma sonoridade que remete a outras bandas, mas ainda assim com o toque único. A música seguinte, “Peer Pressure”, já mostra o lado multifacetado remetendo ao dance, com elementos de The Chemical Brothers e Fat Boy Slim – na forma da atmosfera dançante mas sombria. Criando uma vibe majestosa para amantes deste estilo, este disco mostra o quanto a banda adora dobrar e moldar gêneros musicais. Esta é a minha preferida, pela profundidade e composição.

Subindo impecavelmente na ordem musical com seus riffs em camadas com seções de metais e arranjos eletrônicos, seu som está amadurecendo em algo único. Em “Misophonia”, a banda mantém o espírito do dance  mas também incorpora o post punk e exala técnica e talento – por isso adorei essa banda, ela mistura diversas referências inusitadas para criar seu som, bem ao estilo que eu gosto pessoalmente. “Bad King Kingdom” é uma fusão fervorosa e expressiva, uma satisfação conceitual de uma mistura eclética de ideias. Começa com uma batida dura e se junta ao lick de guitarra distorcido que é compacto e suave, nostálgico e remete ao rock alternativo, mas também tem tons de EBM, com um refrão que entra facilmente em nossa mente e uma melodia que nos faz viajar, sendo uma canção com mais balanço e vocais sensuais.

“Destroya” destila a melancolia penetrante e intimista com uma vibe muito dançante, em um refrão cheio de guitarras e vocais hipnotizantes, lembrando muito clássicos dos anos 90, nos fazendo ficar ligado. “Lovescope” é uma uma viagem mais rock’n’roll mas com muito balanço, onde entendemos a genialidade por trás dessa criação absurda e ousada, que tem lirismo cativante e lembra U2 e Beck.

Uma melodia cativante e atraente com um arranjo musical genuíno é sentida na faixa “The Crazies”, sendo a música mais densa leva o ouvinte aos limites do desconhecido de uma forma prazerosa e impossível de descrever – é preciso ouvir e sentir por si só esse momento, pois os vocais cantam de forma teatral e penetra no ouvinte de uma forma única. “Carousel” injeta em nossa mente a mensagem, fazendo o ouvinte entrar nessa imersão, trazendo uma sonoridade mais densa e sensual, perfeita para pistas de dança mais sombrias nos elevado ao exctasy. “Legion” chega com o instrumental extenso e alucinante, mostrando as mentes brilhantes dos garotos do Sir-Vere, e com certeza, é a faixa mais comercial do disco. Seguindo por “Emotional Lockdown”, que entrega uma forte mensagem. Fechando o disco, “Bad Choices” coloca fim a essa viagem maravilhosa, com um toque especial de Depeche Mode e despertando a vontade de apertar o play novamente e embarcar nesse mundo criativo do Sir-Vere. Essa última faixa traz o lado mais pesado e denso, destilando a nostalgia e o momento sombrio. Com uma técnica e estilo perfeito que remete aos clássicos geniais de bandas grandes.

‘Lovescope’ mantem a frequência, conduzindo o ouvinte em uma viagem sonora inesquecível, com destaque na forma como a banda misturou referências dentro do rock e eletrônico de uma maneira peculiar criou um trabalho atemporal perfeito para os fãs do estilo, conversando diretamente com seu instrumental e com o ouvinte, transmitindo diversos sentimentos de forma satisfatória.

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Legion (Remixes) https://www.headbangersnews.com.br/resenhas/legion-remixes/ Thu, 01 Feb 2024 12:13:58 +0000 https://www.headbangersnews.com.br/?post_type=resenhas&p=58532 “Legion”, seu mais recente single, ganha vida em sete versões distintas, cada uma um universo sonoro à parte. O Dan Kanopka Alternative Mix inaugura a jornada com uma abordagem Big Beat agitada e enérgica, um remix que contagia e instiga a movimentação. S-VAS Remix, assinado por Steve Vega, introduz lentamente a bateria, com graves misteriosos […]

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“Legion”, seu mais recente single, ganha vida em sete versões distintas, cada uma um universo sonoro à parte. O Dan Kanopka Alternative Mix inaugura a jornada com uma abordagem Big Beat agitada e enérgica, um remix que contagia e instiga a movimentação. S-VAS Remix, assinado por Steve Vega, introduz lentamente a bateria, com graves misteriosos que preparam o terreno para uma explosão musical. Já o Rise Bailey Rise Remix evidencia elementos de house em uma batida mais lenta e lisérgica, um convite a movimentos mais sinuosos na pista de dança.

Vodzilla Remix investe no puro house, com batidas marcantes que permeiam toda a canção, prontas para uma noite de rave. Rory Hoy Remix ressurge com a raiz Big Beat, energético, urgente e pulsante, lembrando o estilo do KMFDM de montagem. Kid Breaks Remix, por sua vez, é uma big beat monstruosa, iniciando com uma batida intrigante que explode em sintetizadores, evocando as mixagens sombrias de porões de Darkwave.

A S-VAS Instrumental, uma versão sem vocais da segunda faixa, destaca-se pela escolha única de sequência de notas, proporcionando uma sensação de vislumbre e imersão na batida da canção. Em um álbum repleto de nuances, a ausência de vocais permite que a batida tome o centro do palco, conduzindo os ouvintes a uma experiência auditiva visceral.

Ao explorar as diversas facetas de “Legion”, percebemos a maestria com que SIR-VERE navega por influências e estilos. Cada remix é uma canção totalmente nova, uma viagem pela estética sonora que a banda abraça com maestria. Por fim,não há como escapar do convite irresistível: mergulhe nas sete versões de “Legion” e permita-se ser envolvido pela eletricidade sonora de SIR-VERE. A experiência é intensa, única e completamente viciante. Sinta-se à vontade para escolher sua favorita.

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Sir-Vere resgata rock alternativo 90’s em single “Destroya” https://www.headbangersnews.com.br/noticias/sir-vere-resgata-rock-alternativo-90s-em-single-destroya/ Thu, 21 Dec 2023 12:52:25 +0000 https://www.headbangersnews.com.br/?post_type=noticias&p=56650 Sir-Vere é uma banda que tem grande potencial para tornar-se global muito em breve, e podemos garantir isso com o lançamento de mais um grande single, intitulado “Destroya”, o último single do próximo álbum ‘LOVESCOPE’, que será lançado dia 26 de janeiro de 2024 pelo selo Worldsound/Virgin Music Group. O single chega com quatro versões […]

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Sir-Vere é uma banda que tem grande potencial para tornar-se global muito em breve, e podemos garantir isso com o lançamento de mais um grande single, intitulado “Destroya”, o último single do próximo álbum ‘LOVESCOPE’, que será lançado dia 26 de janeiro de 2024 pelo selo Worldsound/Virgin Music Group. O single chega com quatro versões da canção e um videoclipe que pode ser visto acima. Chamando atenção em toda a Europa, América do Norte e do Sul, conquistando uma base de fãs internacional, a canção presenta a ideologia ousada e frenética da banda, com a já conhecida atmosfera sonora nostálgica ao mesmo tempo que exala um frescor sincero graças a energia jovial e mente visionária dos integrantes criando uma vibe majestosa para amantes do rock alternativo.

Este trabalho dá sequência a série de músicas que a banda vem lançando, incluindo álbuns maravilhosos, e prova que a banda soube usar todas suas influências e misturar de uma jeito peculiar para criar sua própria identidade no cenário musical, apresentando sua ideologia sonhadora e espiritual, junto com o som energético e peculiar, que traz uma atmosfera sonora densa e sentimental ao mesmo tempo que exala um frescor sincero graças a energia jovial e mente visionária dos integrantes, que experimenta diversos gêneros e mantém sua música fresca e emocionante, mostrando suas habilidades de composição inspirados em The Prodigy, The Chemical Brothers e Fat Boy Slim. Mas nessa canção em especial sentimos uma vibe dos anos 80 inspirada em Gary Nurman.

“Destroya” traz uma sonoridade do rock alternativo dos anos 90 com uma atmosfera muito nostálgica ao mesmo tempo que consegue ser contemporanea, com toques fortes e bem encaixados de techno e electro. As linhas de guitarra são doces e quentes que possui um alcance admirável e cheio de técnica, a batida suave vai ganhando potencia e o baixo mantem um groovy forte e técnico. O single mostra que a banda está dividindo experiências e sentimentos com o ouvinte e de forma intimista coloca toda sua emoção na música. Um choque elétrico de paixão mesclado com uma atitude destemida, Sir-Vere está em constante avanço, subindo impecavelmente na ordem musical com seus riffs de rock em camadas com seções de metais e arranjos inebriantes, seu som está amadurecendo em algo único, fazendo com que o conjunto da obra seja maravilhoso, desde o visual até a sonoridade exclusiva.

Sir-Vere tem um longo pedigree para fazer combinações matadoras de pista de dança de acid house, techno, electro e breaks, com os vocais punk rosnados de Craig Hammond a cereja no topo. Lovescope vê suas fileiras recém-aumentadas – o cantor ‘adequado’ Ian McEwan aumentou seu número para quatro – experimentando mais do que nunca e estabelecendo um som que é mais próprio do que pertencente a qualquer gênero. Há varreduras maiores no andamento, desde a abertura de trip hop seriamente embotada e sombria ‘Angel Of Death’ até a frenética bateria e baixo de ‘Peer Pressure’, e também uma relação mais próxima com o rock, graças ao guitarrista Gary Morland sendo solto e As batidas eletrônicas de Stevie Vega sendo embelezadas com bateria ao vivo. O que, em última análise, torna Lovescope um dos melhores para ouvir, no entanto, são os ganchos de ouvido e as letras subversivas espirituosas – boa composição à moda antiga, você pode até chamá-lo. O que vem a seguir?!

“Nós mantemos nossas armas”, diz Craig Hammond de Sir-Vere, “você quase poderia chamar isso de teimosia”. Essa natureza resoluta, quase beirando o zelo missionário, certamente serviu bem aos mercadores do groove de Milton Keynes. A estética musical da banda, para fundir a sujeira e a fúria do punk e o poder do rock com o impulso irreprimível do breakbeat, house e tecnologia techno , é uma que, no passado, enganou as mentes de pensamento certeiro da indústria da música. Essa foi uma atitude que nunca tirou a banda de seu curso declarado. naturalmente. Eles se mantiveram ocupados.

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Sir-Vere promove single “The Crazies” https://www.headbangersnews.com.br/noticias/sir-vere-promove-single-the-crazies/ Tue, 07 Nov 2023 20:07:25 +0000 https://www.headbangersnews.com.br/?post_type=noticias&p=54083 Sir-Vere é uma banda que tem grande potencial para tornar-se global muito em breve, e podemos garantir isso com o lançamento de mais um grande single, intitulado “The Crazies”, retirado do EP de mesmo nome, que traz versões da canção. Além do sentimento forte que sentimos através desta música, há toda a ideologia e mensagem […]

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Sir-Vere é uma banda que tem grande potencial para tornar-se global muito em breve, e podemos garantir isso com o lançamento de mais um grande single, intitulado “The Crazies”, retirado do EP de mesmo nome, que traz versões da canção. Além do sentimento forte que sentimos através desta música, há toda a ideologia e mensagem que a banda passa, provando seu talento e um conjunto de mentes brilhantes fazendo arte. A canção é lançada pelo selo Virgin Music Group e é uma edição de rádio reformulada tirada do álbum ‘Lovescope’ que será relançado pela Worldsound // Virgin Music Group em janeiro de 2024.

Este trabalho dá sequência a série de músicas que a banda vem lançando, incluindo álbuns maravilhosos, e prova que a banda soube usar todas suas influências e misturar de uma jeito peculiar para criar sua própria identidade no cenário musical, apresentando sua ideologia sonhadora e espiritual, junto com o som energético e peculiar, que traz uma atmosfera sonora densa e sentimental ao mesmo tempo que exala um frescor sincero graças a energia jovial e mente visionária dos integrantes, que experimenta diversos gêneros e mantém sua música fresca e emocionante, mostrando suas habilidades de composição inspirados em The Prodigy, The Chemical Brothers e Fat Boy Slim.

“The Crazies” traz uma sonoridade do indie rock com uma atmosfera muito nostálgica ao mesmo tempo que consegue ser contemporanea, com toques fortes e bem encaixados de techno e electro. As linhas de guitarra são doces e quentes que possui um alcance admirável e cheio de técnica, a batida suave vai ganhando potencia e o baixo mantem um groovy forte e técnico. A canção mantém a frequência, conduzindo o ouvinte em uma viagem sonora inesquecível, com destaque na forma como a banda misturou a energia e sonoridade de uma maneira peculiar criou um hit atemporal perfeito para os fãs do estilo, conversando diretamente com seu instrumental e com o ouvinte, transmitindo diversos sentimentos de forma satisfatória, capaz de conquistas os fãs mais saudosistas e exigentes até o público que busca uma sonoridade mais atual.

“The Crazies” é a culminação das composições contundentes de Sir-Vere, maduras com sua marca registrada de guitarras de metal em camadas e lirismo sincero. Por meio da música, eles dividem suas histórias de uma maneira encantadora e confortável. A performance de Sir-Vere é perfeita, como uma montanha-russa emocional transformando seu trabalho em uma obra de arte que vai além da música.

Sir-Vere tem um longo pedigree para fazer combinações matadoras de pista de dança de acid house, techno, electro e breaks, com os vocais punk rosnados de Craig Hammond a cereja no topo. Lovescope vê suas fileiras recém-aumentadas – o cantor ‘adequado’ Ian McEwan aumentou seu número para quatro – experimentando mais do que nunca e estabelecendo um som que é mais próprio do que pertencente a qualquer gênero. Há varreduras maiores no andamento, desde a abertura de trip hop seriamente embotada e sombria ‘Angel Of Death’ até a frenética bateria e baixo de ‘Peer Pressure’, e também uma relação mais próxima com o rock, graças ao guitarrista Gary Morland sendo solto e As batidas eletrônicas de Stevie Vega sendo embelezadas com bateria ao vivo. O que, em última análise, torna Lovescope um dos melhores para ouvir, no entanto, são os ganchos de ouvido e as letras subversivas espirituosas – boa composição à moda antiga, você pode até chamá-lo. O que vem a seguir?!

“Nós mantemos nossas armas”, diz Craig Hammond de Sir-Vere, “você quase poderia chamar isso de teimosia”. Essa natureza resoluta, quase beirando o zelo missionário, certamente serviu bem aos mercadores do groove de Milton Keynes. A estética musical da banda, para fundir a sujeira e a fúria do punk e o poder do rock com o impulso irreprimível do breakbeat, house e tecnologia techno , é uma que, no passado, enganou as mentes de pensamento certeiro da indústria da música. Essa foi uma atitude que nunca tirou a banda de seu curso declarado, naturalmente. Eles se mantiveram ocupados.

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Sir-Vere lança novo álbum; Ouça ‘Lovescope’ https://www.headbangersnews.com.br/noticias/sir-vere-lanca-novo-album-ouca-lovescope/ Sun, 23 Apr 2023 21:00:58 +0000 https://www.headbangersnews.com.br/?post_type=noticias&p=43708 A banda Sir-Vere tem lançado diversos trabalhos e acumulado elogios da mídia e do público, além de ótimos números nas plataformas digitais. Com ótimas críticas, lança seu 11° álbum de estúdio, intitulado ‘Lovescope’. Com um conjunto de onze canções, este trabalho apresenta a ideologia sonhadora e multifacetada da banda, junto com o som denso e […]

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A banda Sir-Vere tem lançado diversos trabalhos e acumulado elogios da mídia e do público, além de ótimos números nas plataformas digitais. Com ótimas críticas, lança seu 11° álbum de estúdio, intitulado ‘Lovescope’. Com um conjunto de onze canções, este trabalho apresenta a ideologia sonhadora e multifacetada da banda, junto com o som denso e peculiar, que traz uma atmosfera sonora nostálgica ao mesmo tempo que exala um frescor sincero graças a energia jovial e mente visionária dos integrantes.

‘Lovescope’ apresenta a sonoridade oldschool do rock’n’roll e a sensibilidade do pop e eletrônica e uma energia cativante da música moderna, provando que a banda soube usar todas suas influências e misturar de uma jeito peculiar para criar sua própria identidade no cenário musical. Há diversos elementos na canção que nos fazem lembrar da vibe do Tame Impala com a energia de MGMT, Muse e 21 Pilots, fazendo com que o conjunto da obra é maravilhoso, desde o visual melancólico até a sonoridade exclusiva.

Esse trabalho possui riffs de guitarra densos e cheios de efeitos, destilando a energia do rock and roll, a bateria segue o ritmo forte e potente exalando técnica, junto com o baixo que marca forte presença em um groove exemplar e mantendo o clima alternativo. A harmonização é perfeita entre os toques de rock e música eletrônica, com canções que trazem também a vibe dos anos 80, mesclando com Soul e synth pop, ganhando mais vida com os vocais que cantam rimas com um poder de convidar o ouvinte para uma imersão sonora única, trazendo um toque mais moderno ao mesmo tempo que soa retro.

Com a energia penetrante, cheia de espiritualidade e intimismo, o disco conquista público logo na primeira audição. Os instrumentos e talento em mesclar ritmos mais nítidos a cada faixa, como em “The Crazies” e na faixca-título “Lovescape”, o rock denso marca presença na penetrante “Carousel” que traz um tom mais romântico, com vocais femininos. Já “Misophonia” remete aos hits do metal industrial como Rob Zombie e Nine Inch Nails.

O disco mantém a frequência, conduzindo o ouvinte em uma viagem sonora inesquecível, com destaque na forma como a artista misturou a energia e sonoridade de uma maneira peculiar criou um hit atemporal perfeito para os fãs do estilo, conversando diretamente com seu instrumental e com o ouvinte, transmitindo diversos sentimentos  de forma satisfatória. Eles criam músicas sem medo de experimentar e sem se preocupar com as fórmulas certas para o sucesso, o que faz esse projeto ser diferente e chamar atenção. Na contra mão do que exige o mercado musical, Sir-Vere cativa o público e arranca elogios da mídia especializada, criando sua identidade e pronto para estar entre grandes nomes da música.

Sir-Vere tem um longo pedigree para fazer combinações matadoras de pista de dança de acid house, techno, electro e breaks, com os vocais punk rosnados de Craig Hammond a cereja no topo. Lovescope vê suas fileiras recém-aumentadas – o cantor ‘adequado’ Ian McEwan aumentou seu número para quatro – experimentando mais do que nunca e estabelecendo um som que é mais próprio do que pertencente a qualquer gênero. Há varreduras maiores no andamento, desde a abertura de trip hop seriamente embotada e sombria ‘Angel Of Death’ até a frenética bateria e baixo de ‘Peer Pressure’, e também uma relação mais próxima com o rock, graças ao guitarrista Gary Morland sendo solto e As batidas eletrônicas de Stevie Vega sendo embelezadas com bateria ao vivo. O que, em última análise, torna Lovescope um dos melhores para ouvir, no entanto, são os ganchos de ouvido e as letras subversivas espirituosas – boa composição à moda antiga, você pode até chamá-lo. O que vem a seguir?!

“Nós mantemos nossas armas”, diz Craig Hammond de Sir-Vere, “você quase poderia chamar isso de teimosia”. Essa natureza resoluta, quase beirando o zelo missionário, certamente serviu bem aos mercadores do groove de Milton Keynes. A estética musical da banda, para fundir a sujeira e a fúria do punk e o poder do rock com o impulso irreprimível do breakbeat, house e tecnologia techno , é uma que, no passado, enganou as mentes de pensamento certeiro da indústria da música. Essa foi uma atitude que nunca tirou a banda de seu curso declarado, naturalmente. Eles se mantiveram ocupados.

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