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Christopher Bowes (Alestorm): “Quando estamos tocando, nós realmente nos alimentamos da energia da multidão.”
Depois de anos de comentários incessantes nas redes sociais, o clamor “Come to Brazil” finalmente será atendido. Em março de 2026, o Alestorm, expoente máximo do Pirate Metal mundial, ancora em terras brasileiras para uma apresentação única e exclusiva que promete ser histórica. A turnê, batizada com o sugestivo e irreverente nome de “Thunder Fisting Latin America”, marca o reencontro da banda escocesa com um dos públicos mais intensos do planeta.
Mas o que esperar de um show que mistura blast beats, keytars e um pato de borracha gigante? Para responder a isso e muito mais, conversamos com o mentor por trás da loucura, Christopher Bowes.
Em um papo descontraído, o vocalista e tecladista revelou por que decidiu focar o repertório nos grandes hits em vez de músicas obscuras, a importância vital de seu inflável amarelo no palco e como a energia “insana” dos fãs latinos facilita o trabalho da banda, diferenciando-os do comportamento muitas vezes contido do público europeu.
Além dos detalhes da turnê, Bowes refletiu sobre a evolução sonora do grupo em seu material mais recente — que flerta com o Death Metal melódico — e explicou o segredo para manter o tema pirata fresco e hilário após quase duas décadas de estrada: ser exatamente quem eles são, sem personas artificiais.
Confira a entrevista completa com o capitão do navio mais caótico do metal.