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Do silêncio ao peso: Uma conversa com Anders Jacobsson (Draconian)

O retorno do Draconian ao Brasil está prestes a se concretizar. No dia 16 de maio de 2026, o Carioca Club, em São Paulo, será palco de um dos rituais mais densos e melancólicos da música extrema atual. Quase três décadas após surgirem no interior da Suécia — longe dos holofotes dos grandes centros — e após o sucesso estrondoso de sua última apresentação na capital paulista, o sexteto retorna não apenas com energia renovada, mas com um novo álbum na bagagem.

Intitulado In Somnolent Ruin e com lançamento marcado para 8 de maio de 2026 via Napalm Records, o oitavo álbum da banda marca uma transição significativa na carreira do grupo. Além do retorno triunfal da vocalista original, Lisa Johansson, o registro sintetiza uma nova mentalidade. Diferente dos trabalhos anteriores, que flertavam mais diretamente com o horror cósmico e o misticismo gnóstico, o novo álbum busca inspiração na introspecção da alma humana e na arquitetura do silêncio.

Para entender os bastidores dessa nova fase, conversamos com o vocalista e letrista Anders Jacobsson. Em um papo aberto e revelador, Anders explicou como o processo de composição começou a partir de texturas intimistas de dark folk e ambient music em 2021, antes de construírem sua característica “catedral de doom”. Além disso, o músico discutiu a dinâmica de ter Lisa novamente na banda, o impacto das novas influências da formação e as expectativas para a noite em São Paulo, que contará com o show de abertura emocionante da cantora norte-americana Emma Ruth Rundle.

Abaixo, você confere os principais trechos da nossa conversa sobre a trajetória, a filosofia e o atual momento de uma das maiores instituições do gothic/doom metal mundial.

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