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Chris Oledude lança poderoso hino “Save The Children”

Chris Oledude lança poderoso hino “Save The Children”

3 de julho de 2026


A energia fervilhante do rock porto-riquenho ganha novos contornos com “Save The Children”, o mais recente single de Chris Oledude. Em uma explosão de mais de 5 minutos, o artista nos convida para um passeio vibrante pelos becos poíticos do ska cheio de diversas influências. Uma crueza sonora e uma energia desenfreada, as composições são diretas, com ênfase em acordes despojados e melódicos que criam um som visceral e poderoso. “Save The Children” marca o início de uma nova jornada para a o amadurecido Chris Oledude.

“A canção provavelmente a mais “séria” das minhas músicas e foi criada para destacar a dor sentida por mães e pessoas que amam mães quando se trata da vitimização de crianças pela violência, em geral, e pela guerra, em particular. Sou um idoso com recursos limitados, então sou conservador com meus investimentos em marketing”, confessou o artista.

“Save The Children” está recheada de referências dos anos 70 e 80, dando uma atmosfera super nostálgica perfeita do rock alternativo, ska e blues, principalmente os maiores hits da época. Definitivamente, Chris Oledude se mostra cada vez mais surpreendente, com certeza tem a inspiração e a pegada destes ícones que estamos acostumados a ouvir, e isso é excelentemente bom! É uma banda para se manter atenção.

Continuamos falando de referências de alto nível do rock, e comparar ao Chris Oledude é saber que virá um sinônimo de nostalgia e de deleite musical. Esse banda é para aqueles fãs nostálgicos e os que buscam algo novo. Há também toques de roots/reggae e gospel, então não há chances de errar ao adicionar Chris Oledude na playlist.

“Save The Children” traz a sonoridade do ska com uma roupagem mais atual, onde a proposta do artista é simples e muito acertiva. Chris Oledude abusa de boas referências, mas usa a receita clássica na medida certa, sabendo aproveitar o que já existe e colocando seus temperos. De uma maneira muito eficaz, a banda tempera a canção combinados seu vocais fortes e naturais (com backing vocals grandiosos) com riffs característicos, bateria que segue o ritmo marcante, e instrumentos típicos do ska, como uma poderosa seção de sopros, que provocam fascínio de maneira natural. Temos uma obra inspiradora e também muito nostálgica, que carrega referências de ícones da música protestante e hits que saíram de um disco de vinil, e assim como os grandes artistas, Chris Oledude está no caminho certo para ser um nome em ascensão no cenário musical.

O conjunto da obra é perfeito, cheios influências e grande produção, proporcionando uma base sólida que abraça o ouvinte no primeiro segundo, o que coloca Chris Oledude com uma reputação como uma das maiores bandas revelações. Se você gosta de composições autênticas, melodias marcantes e jazz/ska/punk com inspiração retrô, esta faixa se encaixará perfeitamente em playlists que celebram timbres vintage, e o revival do estilo.

Chris Owens é um artista porto-riquenho, negro e judeu branco, com uma dedicação de longa data à busca pela verdade em suas composições. Vindo de uma família criativa, Chris cresceu harmonizando com seus dois irmãos em um lar onde música clássica, folk, pop, funk e música de protesto tinham seu lugar. Sua mãe, a falecida Ethel Werfel Owens, foi sua primeira professora de música, e seu pai, o falecido Major R. Owens, era um bibliotecário que se tornou político.

Na década de 1980, Chris se apresentava nas ruas de Nova York, em bandas de baile e com seu irmão Geoffrey Owens (sim, aquele Geoffrey Owens). Seu único álbum em fita cassete, Anyone’s Revolution, de 1984, expressava frustração com a era Reagan e chamou a atenção do amigo da família e ícone da música folk, Pete Seeger, que o incentivou a continuar compondo canções que promovessem a paz e a justiça social e a colaborar com artistas que compartilhassem de suas ideias. Chris se juntou à People’s Music Network para o projeto Songs of Freedom and Struggle. Nos 35 anos seguintes, no entanto, Chris se envolveu mais com ativismo cívico e político do que com “trabalho cultural”.

A morte do pai de Chris o estimulou a formar uma banda com seus irmãos para voltar a se apresentar. Mas foi a morte de sua esposa, Sandra Dixon, que levou Chris a reexaminar sua vida e se reconectar com a música de uma nova maneira. Em 2020, renascido como “Chris Oledude”, ele ressurgiu na era digital com uma missão renovada: mesclar gêneros “old school” – particularmente pop, funk e R&B – com a urgência dos tempos atuais.

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