PJD entrega mais uma nota incrível, o seu novo single, intitulado “On New Horizons”. Após uma série de singles, chamando atenção da imprensa e do público, agora o artista em ascensão entrega outra boa pérola nostálgica. Este é o primeiro sinfgle do seu próximo álbum ‘A New Religion’. Gravado principalmente no Newfield Studio do próprio artista, com as seções de bateria e percussão capturadas em um estúdio maior em Birmingham, o single emprega técnicas tradicionais de gravação para alcançar um som autêntico de performance ao vivo que captura a emoção do ato. F
A canção está recheada de referências dos anos 70 e 80, dando uma atmosfera super nostálgica perfeita do rock progressivo e clássico, principalmente os maiores hits da época. Definitivamente, PJD se mostra cada vez mais surpreendente, com certeza tem a inspiração e a pegada destes ícones que estamos acostumados a ouvir, e isso é excelentemente bom! É uma banda para se manter atenção.
Continuamos falando de referências de alto nível do rock progressivo, e comparar ao PJD é saber que virá um sinônimo de nostalgia e de deleite musical. Esse artista é para aqueles fãs nostálgicos de Pink Floyd, Gary Moore e Eric Clapton. Há também toques de Classic Rock, então não há chances de errar ao adicionar PJD na playlist. “On New Horizons” incorpora a essência do seu título, explorando a busca perpétua por algo melhor além do próximo horizonte — aquela força esperançosa que nos impulsiona para frente. Em nota à imprensa, o artista convida os ouvintes para uma jornada sonora sustentada pela esperança, preparando o terreno para as apresentações ao vivo planejadas após a conclusão do quarto álbum de PJD, “Battle Lines”.
“On New Horizons” traz a sonoridade do rock progressivo com uma roupagem mais atual, onde a proposta do artista é simples e muito acertiva. PJD abusa de boas referências, mas usa a receita clássica na medida certa, sabendo aproveitar o que já existe e colocando seus temperos. De uma maneira muito eficaz, a banda tempera a canção combinados seu vocais simples e naturais, com riffs potentes e característicos, bateria que segue o ritmo potente, que provocam fascínio de maneira natural e um trabalho de guitarra muito nostálgico influênciado pelos maiores nomes. Temos uma obra inspiradora e também muito nostálgica, que carrega referências de ícones do “rock psicodélico”, e assim como os grandes artistas, PJD está no caminho certo para ser um nome em ascensão no cenário musical.
Aqui a experiência é consistente e muito agradável, o artista emula perfeitamente o som dos anos 70 e 80 com o moderno, criando um hit atemporal, em um hit denso e melódico e nos faz facilmente viajar nessa experiência sonora, talvez esse seja o maior mérito de PJD – nos fazer sentir em um lugar que jamais estivemos em uma época que talvez nem ele tenha vivido, tudo isso com um som atual.
O artista PJD, radicado em Birmingham, representa uma aula magistral de independência musical e evolução artística. Como ex-guitarrista de estúdio que já se apresentou em locais e festivais de prestígio, este multi-instrumentista canalizou anos de experiência em um projeto genuinamente solo, onde é responsável por toda a composição, instrumentação, vocais e produção. Inspirando-se em lendas da guitarra como Bill Nelson, Gary Moore e Eric Clapton, o estilo singular de PJD deve muito à extraordinária capacidade de David Bowie de se reinventar, mantendo uma assinatura sonora reconhecível. Sua filosofia de “nunca gravar a mesma música duas vezes” guia uma abordagem artística que prioriza a evolução, o desafio e o envolvimento. Cada faixa nasce de experiências reais — pessoas conhecidas, situações vivenciadas, lugares visitados — criando um diário musical autêntico que narra sua jornada pelas diversas paisagens da vida.
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