Hollywand lança seu aguardado álbum de estreia ‘White Magic’. Com um conjunto de 8 faixas que servem como vinhetas de histórias cativantes, o álbum é uma verdadeira celebração de sua jornada musical e pessoal. Com faixas que misturam influências e sonoridades diversas, o álbum é uma demonstração do talento e da versatilidade do artista, marcando uma evolução ousada em relação ao seus dez anos como baixista e compositor da banda de rock polonesa Róże Europy. O álbum foi gravado ao longo de uma década em estúdios de Los Angeles e conta com colaborações de músicos e engenheiros cujos créditos incluem Nirvana, Foo Fighters, The Cult, Stevie Wonder e Amy Winehouse
Uma breve introdução ao projetro: HOLLYWAND é um projeto de rock alternativo criado pelo compositor e multi-instrumentista Seba Milk, que combina a energia bruta da guitarra com narrativas poéticas e sonoridade vintage. Conhecido por sua habilidade em criar hinos inspiradores e cheios de energia, ele já é destaque e ‘White Magic’ não foge à regra, apresentando uma coleção de canções que são tanto uma homenagem à sua história quanto uma evolução de seu som característico.
A primeira música é a faixa-título que abre o álbum com um vigoroso mix de rock alternativo e britpop com uma batida pulsante mas suave e vocais poderosos, deixando claro o tom do disco, com uma faixa dançante e muito típica dos anos 90 – principalmente a energia inefável de Oasis. Em seguida, “Monkey Mind” é forte e cheia de momentos crescentes, a faixa é um chamado para conquista, com arranjos despojados que acrescentam profundidade à faixa, e claro, influencias de britpop, para fãs de Pulp, Suede e Blur – não há como não gostar.
O álbum por inteiro mescla rock alternativo, pop e tons de superação, romance e melancolia de maneira envolvente. Suas músicas são marcadas por melodias emotivas e cativantes, criando uma profunda conexão emocional com os ouvintes. O tom animado do britpop desempenha um papel central em muitas das faixas, oferecendo uma base harmônica rica e conduzindo a melodia. As guitarras complementam esse som, criando tanto texturas suaves quanto momentos de maior intensidade com riffs simples, mas memoráveis.
A produção das músicas desse disco tendem a ser polida e atmosférica, utilizando extensivamente reverb e delay para criar uma sensação de espaço e grandiosidade. Isso faz com que as faixas soam expansivas, como se fossem executadas em um ambiente vasto e aberto. Os vocais contribuem significativamente para a identidade sonora do disco com seu timbre de voz distintivo e emotivo, capaz de transmitir uma ampla gama de emoções, desde a intimidade até a potência.
“Blueberry Fields” carrega um tom mais leve e reflexivo, com um ritmo leve que convida o ouvinte a se emocionar, oferecendo uma inspiração clara aos The Killers. A melancolia aumenta com “Waterfall of Love”, uma faixa que se destaca pela sua fusão que traz um forte apelo, criando uma atmosfera intimista, profunda e contagiante – algo que com certeza chama atenção e desperta curiosidade – talvez esse seja o momento que possamos dizer o quão profundo é esse trabalho.
“Slave of Desires” oferece um arranjo acústico e harmonias vocais, um pop rock que desperta paisagens verdes em nossas mentes e nos joga no campo de força magnético com instrumentação única: guitarras com efeitos e um swing charmoso que encanta e desperta o ouvinte. “Superbad Supersad” é a sexta faixa, traz de volta o tom profundo e sentimental e cheio de camadas de guitarra e voz, que tem delicadeza e suavidade, ao mesmo tempo que exala energia despojada e irreverente na letra, típico das bandas já citadas como inspiração, e que bebem da mesma fonte do The Beatles.
“Stay with Me”, é uma faixa emocionante com uma melodia comovente e arranjos instrumentais que evocam uma sensação de nostalgia e gratidão, com vocais suaves que trazem uma vibe diferente do restante do disco. Há sentimento e riffs envolvente e sensuais. A música se destaca pelo seu arranjo emotivo e angelical – o disco inteiro tem essa atmosfera polida e cheia de atmosfera, onde os vocais são o centro das atenções, demonstrando a capacidade técnica e a harmonia perfeita, ao lado dos riffs. O disco também tem tons de psicodélico e o blues, que tornam tudo mais nostálgico e refletindo a inspiração nos anos 70.
A faixa que está fechando o álbum, “Love Could Save Us All” é uma explosão de energia e criatividade, com uma faixa simples e suave como tem que ser, com pianos românticos e aquele goodvibes, energia humanitária e acolhedora muito inspirados em músicas do The Beatles. Um excelente jeito de terminar a jornada com um verdadeiro espetáculo sonoro.
‘White Magic’ traz emoções e referências do universo. Com uma produção impecável e uma mistura de influências que vão do rock ao pop, passando por elementos acústicos e épicos, o álbum é uma prova do talento e da versatilidade de Hollywand Cada faixa é uma peça única que contribui para um todo coeso e emocionante, fazendo deste lançamento uma obra de altíssima qualidade, e você TEM que ouvir!