O Amon Amarth anunciou o lançamento de seu 13º álbum de estúdio, “The Allfather Awakens”, que chega às plataformas e às lojas em 2 de outubro pela Metal Blade Records. Para apresentar o trabalho, a banda sueca divulgou o single “Gjallarhorn”, acompanhado de um videoclipe oficial.
Com dez faixas, o disco tem como inspiração Odin, divindade nórdica associada à guerra, sabedoria, morte, magia e poesia. Apesar da temática recorrente na obra do grupo, “The Allfather Awakens” não é um álbum conceitual, mas uma coleção de histórias épicas inspiradas em eventos históricos, abordando conflitos e sacrifícios em prol de um bem maior.
“Gjallarhorn” abre o novo trabalho e sucede o lançamento de “Upphaf”, primeira composição acústica da carreira do Amon Amarth. Enquanto “Upphaf” apresentou uma abordagem mais intimista, o novo single retoma a sonoridade tradicional da banda, com riffs acelerados, refrão marcante e elementos que o grupo acredita que o tornarão presença constante nos shows.
O lançamento também faz referência ao mito em que Odin sacrifica um dos olhos no poço da sabedoria Mímisbrunnr em troca de conhecimento. A banda utiliza essa narrativa como base para a divulgação de “Gjallarhorn”.
O processo de composição de “The Allfather Awakens” foi diferente dos trabalhos anteriores. As músicas começaram a ser escritas durante as turnês, em vez de após o fim da agenda de shows. O álbum foi gravado em duas sessões no estúdio do produtor Jacob Hansen, na Dinamarca. A primeira ocorreu na primavera de 2025 e a gravação foi concluída em março de 2026.
Segundo o guitarrista Olavi Mikkonen, a banda optou por trabalhar uma música de cada vez durante todo o processo.
“Trabalhamos em uma música de cada vez e fizemos o possível para que cada uma ficasse o melhor possível. Depois, gravamos uma música de cada vez até que cada faixa estivesse completamente finalizada, com bateria, guitarras e vocais. Só então começávamos a trabalhar na próxima.”
Na parte instrumental, o grupo também decidiu adotar uma sonoridade de guitarra menos moderna, deixando de lado amplificadores 5150 e voltando a utilizar equipamentos Marshall.
A música que inspirou o título do álbum, “The Allfather Awakes”, foi a última a ser composta. Outras faixas, como “Eight Legs of Thunder”, “Kvasir’s Blood” e “Die With a War Cry”, também exploram referências à mitologia e à história nórdica. A arte da capa foi criada por Tom Thiel, responsável por sete capas da discografia da banda.
Com mais de três décadas de carreira desde sua formação, em 1992, na cidade sueca de Tumba, o Amon Amarth consolidou uma trajetória marcada por turnês internacionais e apresentações ao lado de nomes como Slayer, Iron Maiden, Slipknot e Pantera. O grupo também foi atração principal de festivais como Wacken, Bloodstock, Download e Summer Breeze.
A banda também destaca a popularização do chamado “The Row”, momento em que o público se senta no chão e simula remar um barco viking durante os shows. Segundo o Amon Amarth, a tradição começou em uma apresentação da banda no festival Bloodstock, em 2009, e depois se espalhou para apresentações de outros artistas e até para eventos esportivos, incluindo partidas da Copa do Mundo de 2026.
Para promover “The Allfather Awakens”, o grupo realizará uma turnê pelo Reino Unido e Europa entre outubro e novembro, apresentando uma nova produção de palco inspirada no lendário Golden Hall de Oden.

“The Allfather Awakens” reúne as seguintes faixas:
Gjallarhorn
Eight Legs of Thunder
Kvasir’s Blood
We Rule the Waves
Upphaf
Die With a War Cry
Raven God
The Allfather Awakes
Oden’s Hunt
Ascending Like an Eagle
Mais informações:
https://amonamarth.com/
https://www.instagram.com/amonamarth
https://www.tiktok.com/@amonamarth
https://www.facebook.com/amonamarth
https://x.com/AmonAmarthBand
https://www.youtube.com/@AmonAmarthOfficial